Baseado em fatos reais. Ao fugir de casa grávida, Jaciane enfrenta a dura realidade das ruas. Quando um trisal acolhedor surge em seu caminho, tudo parece melhorar – até que a ajuda se transforma em prisão. Um drama intenso sobre confiança, exploração e crime
SOM FINALIZADO EM – Dolby 5.1 e 7.1.4
Escrito e Dirigido por: Lucas Marinho, Produzido por: Alexandre Araújo, Producão executiva: glícia queiroz : direção de arte: Erick Marinho, direção de Fotografia : Lucas Marinho, Montagem/Edição/Colorização: Lucas Marinho, Som : Abraão Santos, Dir. Elenco : Alexandre Araujo
Figurino : Allan Carvalho, produção: focus mídia filmes.
Elenco:
NICOLE PINHEIRO
NILL MARCONDES
ANDRÉ TEIXEIRA
MARCIO TADEU
BRENDA DÁVILA
SANTA FREIRE
ASAÍAS RODRIGUES
MARIA HELELA
RODRIGO INOJOSA
EDUARDO NUNES
Comentário do diretor:
Um filme que nasce da dor e da necessidade de falar sobre o que muitos preferem esquecer. Inspirado no caso real dos “canibais de Garanhuns”, o longa vai além do crime. Ele mostra o lado humano por trás das manchetes — a história de Jéssica, uma mulher em situação de rua que sonhava apenas com um recomeço, mas encontrou o horror nas mãos de quem prometia ajudá-la.
Através da trajetória de Jéssica, o filme revela um Brasil invisível: o das mulheres esquecidas, das pessoas sem voz, das vítimas da pobreza e da violência que o olhar da sociedade costuma evitar.
No Pôr do Sol é duro, mas necessário. Ele denuncia o abuso, a manipulação e a crueldade que se escondem dentro das casas, atrás de sorrisos e gestos aparentemente normais.
O trio responsável pelos crimes — Jorge, Bel e Bruna — representa a face mais sombria da distorção humana, quando o fanatismo e o poder sobre o outro se transformam em destruição. Mas o filme não busca o sensacionalismo. Seu foco está na dor da vítima, na violência psicológica e emocional que antecede o ato físico, e em como a sociedade falha em proteger quem mais precisa.
Com interpretações intensas e realistas, No Pôr do Sol faz o espectador refletir sobre o que realmente significa ser vulnerável. Ele provoca, incomoda e emociona.
Levar esse filme a um festival de cinema é dar espaço para um debate urgente: o da violência contra a mulher e a exclusão das pessoas em situação de rua. É lembrar que por trás de cada tragédia há uma vida, um rosto, um nome.
No Pôr do Sol é um grito por empatia. Um lembrete de que o cinema não existe só para entreter, mas também para nos fazer enxergar o que a sociedade insiste em esconder.